terça-feira, 13 de agosto de 2013
Tirinha Logoff #04
terça-feira, 9 de julho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Tirinha Logoff #03
terça-feira, 28 de maio de 2013
Tirinha Logoff #02
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Tirinha Logoff #01
domingo, 25 de março de 2012
Museu da Escola de Minas Gerais - IEMG

O programa Terra de Minas do canal televisivo aberto Globo Minas, apresentou em seu último programa (24/03/2012) uma pequena reportagem sobre a educação em Minas Gerais através do Museu da Educação. Segue o link:
Tempos em que a profissão do professor era valorizado e respeitado.
Horário de Funcionamento:
Segunda a sexta das 8h às 18h
Contato: (31) 3273-2090
Email: crp.memo@educacao.mg.gov.br
Entrada Franca
Em Belo Horizonte há um lugar em que é possível encontrar muito da história da educação de nosso estado e do país. É no Museu da Escola de Minas Gerais, primeiro do gênero no Brasil, que a lembrança e registro da educação encontrou espaço.
Antigamente localizado no Centro de Referência do Professor, hoje o acervo com cerca de 6000 peças - vindas de acervos pessoais e de escolas tradicionais - está localizado no Instituto de Educação de Minas Gerais (IEMG), sede provisória. Com a idéia de um futuro corredor cultural, na região da Praça da Liberdade, o Centro de Referência do Professor teve que ser transferido. Nele, além do Museu da Escola, havia um Laboratório de Currículos, com o objetivo de viabilizar treinamentos para o aperfeiçoamento de professores, e uma biblioteca com mais de 40.000 títulos.
Aberto para visitação do público, o Museu retrata a história da educação do Estado através da materialidade, mostrando o trabalho cotidiano do professor. A transferência de local comprometeu a disposição das peças. Antes as salas de aulas eram reproduzidas de forma fiel. Mesmo com as dificuldades de espaço, os funcionários se empenham para retratar, da melhor maneira possível, as estruturas da época.
O acervo é constituído de materiais escolares como testemunho não só da prática pedagógica, mas também da experiência humana a partir de um dos meios de inserção da criança no mundo social que seriam fotografias, carteiras escolares de diversas décadas, diplomas, lousas, canetas, lápis, tinteiros, cartilhas de alfabetização, cartazes de pré-livros, livros infantis, livros de leitura, cadernos, cadernos de caligrafia, ábaco, jogos pedagógicos, pastas escolares, merendeiras, cartazes de ensino, globos, mimeógrafos, projetores de filmes, boletins, cadernetas escolares, móveis e piano.
Fonte: Guia Entrada Franca. In: <http://www.guiaentradafranca.com.br/espacoG.php?idUrl=21>. Acesso em: 25 mar. 2012.
Ver também na mesma edição do programa Terra de Minas:
Receita de Cupcake de doce de leite e banana:
quinta-feira, 22 de março de 2012
Iniciação à História - O trabalho do Historiador (transposição didática)

Transposição didática para aula do 6º ano do Ensino Fundamental.
Referência:
BLOCH, Marc. A história, os homens e o tempo. In: Apologia da História: ou o ofício de historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor. Cap. 1, 2001. p. 51-68.
Tópicos do capítulo trabalhados: 1. A escolha do historiador, e 2. A história e os homens. p. 51-55.
Texto 1 – Iniciação à História - O trabalho do Historiador:
A palavra História é uma palavra muito antiga, surgiu pela primeira vez na boca do homem há mais de dois mil anos. Mas isso não quer dizer que durante todo esse tempo a história continuou a mesma, o que escreviam os antigos historiadores, não é mais o mesmo que escrevem os novos historiadores. Pois assim como a vida de um homem muda, este cresce e amadurece, a História também é assim.
Mas o que a História estuda? Muitos estudiosos chamam de História tudo aquilo que se transforma com o tempo. Há uma história do sistema solar, pois os planetas como os conhecemos hoje já foram diferentes, esse estudo não faz parte da História que vamos aprender, pois ela faz parte da Astronomia. Também existe uma história das erupções vulcânicas, que faz parte de outra área de estudos, a Geografia. Esses dois últimos estudos não fazem parte da História dos Historiadores.
A História que vamos estudar é a História dos Homens, a sua história também é nossa história, são as atitudes dos homens do passado que nos ajudaram a ter tudo o que temos hoje, casa, carro, vídeo game, etc. Por isso são os homens que a História quer estudar. Isso tudo é para entendermos como e por onde passamos dos tempos antigos até chegarmos nos dias de hoje.
terça-feira, 20 de março de 2012
Do Homicídio Social: Canibalismo Social x Antropofagia Social



Neste texto transcorro sobre o comportamento humano de modo não científico, somente a partir de observações e experiências vividas.
Muito me chateia o comportamento humano, principalmente o modo como eliminamos as pessoas de nossa vida social simplesmente por suas dificuldades, limitações, por não ter um “padrão” de comportamento. Você já parou pra pensar o quão seu comportamento pode ser “anormal” para outras pessoas?
Já fui morto e também já matei socialmente, creio que não há ninguém no mundo que tenha escapado desse fato. Porém o nível como vem ocorrendo me incomoda. Neste texto quero transcorrer rapidamente sobre o conceito de Homicídio Social. Porém, o que é homicídio?
O dicionário define como: “A morte de uma pessoa praticada por outrem, assassino”. O Homicídio Social, se caracteriza na eliminação de uma pessoa de modo social, a morte não é física, mas espiritual. A pessoa que comete o homicídio físico elimina a existência da pessoa, porém sofre as consequências com base no código penal. A pessoa que comete o homicídio social, elimina as pessoas muitas vezes sem saber, com palavras e atitudes, a morte social acaba se tornando velada, e o agressor sai impune.
O Canibalismo Social está correlacionada ao Homicídio Social. Mas devemos fazer uma ressalva, muitas pessoas pensam que canibalismo e antropofagia são sinônimos, e isso é completamente errado. Canibalismo é a prática de um animal devorar outro animal da mesma espécie simplesmente por fome e necessidade, sem cerimônia. Já a Antropofagia era uma festa de caráter religioso dos índios Tupinambás, que viviam no litoral brasileiro, estes ao capturarem um guerreiro da tribo rival lhe rendiam homenagens, reconheciam seu valor como guerreiro, e em festa lhe matavam e se fartavam com sua carne. Os Tupinambás comiam a carne do guerreiro para poderem absorver seus atributos como força, inteligência, etc.
O Canibalismo Social consiste na eliminação das pessoas da vida social a partir de seus defeitos sem levar em conta as outras capacidades do indivíduo. A pessoa que o pratica não faz cerimônia, simplesmente trucida a humanidade da pessoa.
De qual modo deveríamos agir?
Ao contrário dessa prática, deveríamos praticar a Antropofagia Social. Deveríamos promover encontros e nos alimentar sempre das qualidades das pessoas e permitir que estas também se alimentem de nossas qualidades, promovendo-as e as incentivando para se tornarem uma pessoa melhor. Nessa prática, o fator humano não é eliminado, mas reconhecido como importante na construção de nossas vidas, estando sempre presente com base nas mudanças de caráter experimentadas a partir do encontro com tal pessoa.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
sábado, 31 de dezembro de 2011
Quadrinhos como meio didático para o ensino de História.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
Uma viagem ao Império Romano: Exposição "Roma: A vida e os Imperadores" em Belo Horizonte

No último 8 de dezembro, fui à exposição intitulada “Roma: a vida e os imperadores” na Casa Fiat de Cultura, localizada no bairro Belvedere, região centro-sul de Belo Horizonte. Visitar uma exposição desse porte é uma oportunidade única. Essa é a mais abrangente exposição sobre o Império Romano realizado no país, senão, na América Latina, se tratando de peças (370 no total) que retratam a vida dos imperadores do século II a. C. (antes de Cristo) ao século II d. C. (depois de Cristo) da era do Império Romano, em sua maioria peças de mármore.

Para esta exposição, foram trazidas algumas peças que nunca saíram de seu país de origem, outras nunca foram retiradas dos seus museus de origem. Os museus que disponibilizaram as peças foram os seguintes: Arqueológico de Florença, Nacional Rom
Logo na entrada, nos deparamos com uma estatua imponente de mármore de dois metros de altura de Calígula César, imperador de 12 a. C à 41 d. C, conhecido pela frase “deixe que nos odeiem, contanto que nos temam”.ano, Nacional de Nápoles, Arqueológico de Fiesole, Antiquário de Pompeia e Galleria degli Uffizi.
A exposição é dividida
por temas, no total são doze, ficando da seguinte forma: César e a Guerra; Augusto e a Religião; Augusto e a Fundação da Cidade; Sociedade; 1ª dinastia Júlio/Cláudia; O poder dos Imperadores; Gladiadores; Teatro; Mundo Familiar; Casa; Iluminação; Comer; Beleza Feminina; Luxo; Moedas; Trabalho; Multicultural.
A exposição é fantástica, a iluminação é muito boa e o ambiente

Se você se interessou pela exposição, se apresse, pois ela e
stará em cartaz somente até dia 18 de dezembro de 2011. A Casa Fiat de Cultura se localiza na Rua Jornalista Djalma Andrade, 1.250, no bairro Belvedere, região centro-sul de Belo Horizonte. Visitação de terça-feira à Sexta-feira das 10hs às 21hs; sábados, domingos e feriados das 14hs às 21hs, a entrada é franca. A Casa Fiat de Cultura ainda disponibiliza transporte gratuito a partir da Praça da Liberdade, de frente a antiga secretaria da educação, terça à sexta-feira, nos horários: 9hs30min, 12hs, 13hs30min, 15hs, 16hs30min, 18hs e 19hs30min; sábados, domingos e feriados: 13hs30min, 15hs, 16hs30min, 18hs e 19hs30min.

Outras informações:
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Arte Paleo-Cristã Séculos III-IV, Cristianismo Primitivo
sábado, 20 de agosto de 2011
É Notícia! A Proclamação da República (15/11/1889) nos jornais de Ouro Preto.
Em Ouro Preto, então capital da província de Minas Gerais, a notícia chegou somente por um brevíssimo telegrama, sendo publicado no jornal “A União” do dia seguinte sem muito alarde. Não houve nem comentário, aparecendo como se fosse um anúncio qualquer de seu jornal. O interessante a se notar, é a alteração dos nomes dos principais jornais da época. Até a proclamação da República, existiam três jornais circulando em Ouro Preto: “A União” ultima edição de n.325 (16/11/1889), deu lugar ao jornal “A Ordem” com primeira edição em 27/11/1889; “A Província de Minas” última edição de n.625 (13/11/1889); deu lugar ao jornal “O Estado de Minas Geraes” com primeira edição em 20/11/1889. Havia também o jornal “O Movimento” que não trocou de nome pós-proclamação, mas ainda naquele mesmo ano chamava-se “Liberal Mineiro”, com última edição n.162 em 15/01/1889, um jornal que apoiava abertamente o Partido Republicano Mineiro, ao contrário dos outros jornais, que seguiam as determinações monárquicas.
O jornal “O Movimento”, claramente a favor da causa republicana, instruía os leitores, explicando o que era e como funcionava uma República, além de denunciar os descasos do poder imperial e provincial exercidos em Minas Gerais. Exemplo claro é do Sr. Sebastião Sette, reportagem publicado em 13/11/1889, denunciam sua demição pelo governo provincial por ser um republicano.
O jornal “O Movimento” e outros jornais mineiros do século XIX digitalizados, podem ser acessados no link a seguir do Arquivo Público Mineiro:
http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/jornais/search.php?query=&andor=AND&title=&tipo_nome=1&text_nome=A&titulo=0&num_edicao=&dtini1=&dtini2=&tipo_nome_local=1&text_nome_local=A&local_edicao=0&filme=&ordenar=10&asc_desc=20&submit=Executar+pesquisa&action=results&id_REQUEST=ed1cafba742fe7bcf1811982beceddcc
O jornal acima citado, “O Movimento” do dia 13/11/1889, pode ser encontrado digitalizado no link:
http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/jornaisdocs/viewcat.php?cid=197
A principal reportem a se destacar da época é a da primeira edição do jornal “O Estado de Minas Geraes” de 20/11/1889, jornal pertencente ao órgão oficial do Estado. Esta primeira edição, trouxe informações mais completas, que ocuparam mais de duas páginas de seu noticiário. Esta edição teve por ordem a publicação dos “Actos do Poder Executivo”, para Ouro Preto, a Proclamação da República dos Estados Unidos do Brasil, foi oficializada em 20 de Novembro de 1889. Esta edição dirigida a população proclamava basicamente as atribuições da nova República e as atribuições do governo Estadual. Interessante notar, que o jornal também trazia a resposta do “ex-imperador”:
“A' vista da representação que me foi entregue hoje às cinco horas da tarde, resolvo, cedendo ao imperio das circumstancias, partir com toda minha familia para a Europa amanhã, deixando esta patria de nós estremecida, á qual me esforcei por dar constantes testemunhos de entranhado amor e dedicação durante quasi meio seculo, em que desempenhei o cargo de chefe do Estado. Ausentando-me, pois, com todas as pessoas de minha familia, conservarei do Brasil a mais saudosa lembrança, fazendo ardentes votos por sua grandeza e prosperidade. D. Pedro D'Alcantara."
A primeira edição digitalizada do jornal “O Estado de Minas Geraes” pode ser encontrada no site sugerido logo acima do Arquivo Público Mineiro. Aqui neste blog, estou disponibilizando somente as três primeiras páginas da primeira edição.
PARA LER O JORNAL E MELHOR VIZUALIZAR CLIQUE, CLIQUE NAS IMAGENS.
Jornal "O Estado de Minas Geraes", 20/11/1889, página 1.
Jornal "O Estado de Minas Geraes", 20/11/1889, página 2.
Jornal "O Estado de Minas Geraes", 20/11/1889, página 3.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
19 de Agosto - Dia do Historiador...
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
"Meia-noite em BH": O que fazer e com quem encontrar na Belo Horizonte de 1944?


quinta-feira, 11 de agosto de 2011
História & Fotografia: Belo Horizonte, décadas de 1930 e 1940






























